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O jornalismo vai às bases de dados

Professora Suzana Barbosa (UFBA) sustenta: sociedades ganharão muito, se jornalistas se debruçarem sobre certos números — e o que eles relam a respeito das relações sociais
Por Amanda Lopes, Jornalismo Digital

Milhares de documentos chegaram às mãos dos jornalistas no meio do ano passado. Eram informações bombásticas, vazadas pelo site da organzinação Wikileaks, mas elas eram realmente milhares. Resultado: era preciso lidar com aquele volume de informações e buscar maneiras de usá-las da melhor forma.

O caso do Wikileaks evidenciou o uso dos bancos de dados no jornalismo, algo que está crescendo e representa a “quarta geração” do jornalismo digital para a professora Suzana Barbosa (@suzanabarbosa), do departamento de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Para ela, ainda há muito o que se explorar “em relação à apuração, à descoberta de informações contidas em bases de dados e que podem fazer a diferença em reportagens”.

Suzana estuda o jornalismo digital em bancos de dados a partir de como isso ajuda na construção e gestão de produtos jornalísticos, além das formas de apresentação desse conteúdo.

O Brasil está preparado para isso? Temos bases de dados livres para fazer esse tipo de trabalho? Confira a íntegra da entrevista da professora Suzana: Continue reading “O jornalismo vai às bases de dados” »

Outras Palavras lança seleção de textos da mídia livre

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Edição de hoje é experimental. Em breve, seleção será publicada diariamente em nosso blog. Em preparação Mandala, plataforma em que será possível acompanhar atualizações de centenas de sites e blogs


Incisivo e às vezes provocador, no debate sobre novas tecnologias de Comunicação, o sociólogo catalão Manuel Castells costuma chamar atenção para algo às vezes esquecido, por aqueles que menosprezam a blogosfera e as redes sociais. Com elas, frisa Castells, está ruindo um mecanismo de controle social estabelecido há séculos. O pequeno grupo de megacorporações que domina os jornais, e TVs em cada país, tem dificuldades crescentes em impedir a circulação de informações e análises contrárias a seus pontos de vista. Os seres humanos estão adquirindo o poder de se tornar narradores de seu tempo, e — mais subversivo — de compartilhar suas narrativas e pontos de vista.

Em episódios radicais, como as revoluções árabes, a precisão deste diagnóstico transparece com limpidez. Tudo foi organizado com apoio das tecnologias e ferramentas que rompem o silêncio da mídia tradicional. Mas e no dia-a-dia? Como ampliar a força da nova comunicação? De que modo evitar que a multiplicação dos blogs e sites conduza a uma espécie de autismo digital, onde cada novo blogueiro se auto-compraz com a possibilidade de emitir as próprias visões de mundo — mas não se criam espaços públicos de construção do futuro coletivo?

Participar da busca de respostas a estas questões é um dos objetivos centrais de Outras Palavras em 2011. O site lança hoje, ainda em caráter experimental, um novo serviço. Este blog passará a reproduzir uma seleção de textos que circulam pela blogosfera. O objetivo é destacar a riqueza da comunicação horizontal; e sua capacidade cobrir os fatos relevantes, em quase todas a áreas da vida social, de forma muito mais profunda que a velha mídia. O material produzido pela redação de Outras Palavras, seus colaboradores e publicações internacionais parceiras continuará a ser publicado em nossa revista virtual.

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Urgente: justiça britânica decide extraditar Assange

Defesa do jornalista australiano recorrerá, mas ele pode ser enviado em dez dias à Suécia — e de lá aos EUA. Veja em nossos textos como as acusações são infundadas, e por que o Wikileaks desperta tanto ódio do poder

O juiz britânico Howard Riddle atendeu na manhã de hoje a um recurso de procuradores suecos e decidiu que Julian Assange, a principal referência do site Wikileaks, será extraditado à Suécia. A defesa de Assange (na foto, ao participar da audiência judicial hoje) anunciou imediatamente que apelará a instâncias superiores e à corte europeia dos Direitos Humanos, mas surgiu o risco real de que o jornalista australiano seja deportado em dez dias, como informa o diário londrino The Guardian.

Se esta possibilidade se confirmar, estaria aberta uma possibilidade mais dramática. A Suécia, que mantém amplo acordo de extradição com Washington, poderia ser apenas um ponto intermediário para uma posterior envio de Assange aos EUA — onde o jornalista disse temer por sua vida.

Na Suécia, ele é acusado de estupro. As acusações parecem, porém, repletas de inconsistências e contradições. Outras Palavras reportou, ainda em 8 de dezembro (“Os estranhíssimos ‘estupros’ de Julian Assange“), que as próprias circunstâncias que constam no processo eram inverossímeis. As duas mulheres que teriam sido “estupradas” conviveram amistosamente com seu suposto algoz, e por vários dias, depois do “crime”. Só apresentaram queixa quando cresceu o interesse de Washington em silenciar o Wikileaks. Os sinais de farsa avolumaram-se no dia seguinte, conforme também apontamos (“Estupro de Assange: novo sinal de farsa”).

Outras Palavras acompanha o Wikileaks desde meados de 2010, quando ficou claro o caráter transformador do site criado por Assange. Veja a seguir alguns de nossos textos:
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Ambiente e Biodiversidade: Outras Palavras procura colaborador@

Não há remuneração financeira, mas oportunidade de produzir material de qualidade, sobre tema crucial — embora negligenciado pela mídia

Com dois textos sobre o novo Código Ambiental, em debate no Congresso Nacional, Outras Palavras retoma hoje sua cobertura das grandes questões nacionais. Uma das matérias é reprodução de entrevista com o deputado Fernando Marroni (PT-RS), publicada originalmente pelo excelente site Sul21. Na outra, informamos sobre a janela de oportunidade que se abriu subitamente nos últimos dias, para evitar a aprovação dos aspectos retrógrados do Código, preservando ao mesmo tempo seus avanços.

O programa de trabalho do Outras Palavras para 2011 tem, entre seus pontos centrais. A produção de um noticiário alternativo ao da mídia comercial. Significa ir além da simples crítica à mídia de mercado, ou “PIG”. Se os “jornalões” omitem ou distorcem fatos relevantes da vida nacional e internacional, não basta denunciar este comportamento. É preciso assumir a responsabilidade de assegurar o direito à informação e comunicação. Ao fazê-lo, é possível estabelecer uma nova relação com o leitor: tirá-lo da condição de espectador passivo, mostrar-lhe que a realidade é algo permanementente instável e sujeito à ação transformadora.

Queremos participar deste esforço. Estamos convencidos de que surgiram condições inéditas para isso. A comunicação horizontal continua a se expandir. Para cada tema omitido ou distorcido pela velha mídia, é possível encontrar fontes alternativas de informação, produzidas pela própria cidadania. Elas são múltiplas: dos sites de publicações alternativas ou centros de estudo a posts, comentários, vídeos e áudios dispersos em blogs ou redes sociais.

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Dilma: eficaz, porém sem ousadia?

Luís Nassif sugere: presença da presidente no aniversário da “Folha” revela governo hábil, mas sem pique para manter diálogo aberto por Lula com os movimentos sociais e a nova cultura política

As dúvidas sobre a estratégia política de Dilma

(Por Luís Nassif)

Vamos tentar entender um pouco essa questão da presença da presidente Dilma Rousseff nos 90 anos da Folha.

O pós eleições mostrou claramente que o único polo remanescente de oposição radical reside em uma dobradinha mídia-PSDB paulista explorando preconceitos contra o governo Lula. Foram cinco anos de pauleira que não pouparam ninguém, nem Lula, nem Dilma, nem quem ousasse ficar na frente do blitzkrieg midiático.

A motivação da velha mídia não é ideológica. Busca posicionar-se politicamente, recuperar influência em um quadro de profundas transformações tecnológicas, políticas e sociais no decorrer do qual perdeu o cetro de poder político máximo do país.

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O novo jornalista: um DJ intercultural?

Quais os novos papéis do jornalista, num tempo em que todos podem narrar o presente? Criador da rede Global Voices, o norte-americano Ethan Zucherman oferece, numa conferência da iniciativa TED, uma resposta intrigante.

Ele sugere que as sociedades ainda usam muito rudimentarmente as possibilidades abertas pela internet. A maior parte dos internautas continua se comunicando com gente de sua mesma etnia e sintonia cultural. As  imensas possibilidades de compartilhar pontos de vista segue irrealizada, na prática. O norte-americano médio tem menos acesso a informações sobre o que se passa em outros países que há trinta anos.

As informações estão disponíveis e fartas. Mas falta, segundo Zucherman, quem as contextualize. A informação sobre o golpe de Estado em Madagascar, postada num blog da ilha, permanecerá ininteligível no Brasil e na maior parte do mundo. Para que faça sentido, será preciso que alguém a complemente com informações capazes de tornar viva realidade malgaxe. Esse seria um dos novos papéis do jornalista — um profissional muito diferente do que é formado nas faculdades de Comunicação.

Como atrativo adicional, vale notar, no vídeo, a extensa referência ao Cala a Boca, Galvão, e à ampla presença do Brasil nas redes sociais da internet.

A Carta de Lúcio Flávio Pinto aos Blogueiros

Natural de Santarém, Lúcio Flávio Pinto é jornalista em Belém, onde edita o tablóide Jornal Pessoal, com tiragem de 2 mil exemplares quinzenais, sem ajuda de publicidade. O seu “blog de papel” como ele próprio definiu em carta lida por Angelim Pinto, seu filho, durante o I Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas.

Grande conhecedor dos temas da Amazônia e ganhador de diversos prêmios jornalísticos dentro e fora do país, entre eles quatro prêmios Esso e o Internacional Press Freedom Award, da organização nova-iorquina Committe to Protect Journalists (CPJ), dado a jornalistas que tenham se destacado na defesa da liberdade de imprensa, Lucio Flávio gasta boa parte de seu tempo respondendo a processos judiciais, motivo pelo qual não pode comparecer ao Encontro.

A carta lida por seu filho foi um dos pontos altos do evento e os blogueiros combinaram de reproduzí-la em seus blogs em uma corrente de solidariedade a esse grande jornalista. A carta que segue abaixo foi disponibilizada no Vi O Mundo.

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I Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas

Por Carolina Mandú e Leandro Melito

Começou hoje (21), no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, o I Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas . Em seu primeiro dia, o evento contou com a presença de mais de 300 blogueiros e articulou-se entre debates e exposições temáticas. A idéia surgiu em 14 de maio na inauguração do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, responsável pela organização junto à Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (AlterCOM) e Movimento dos Sem Mídia (MSM).

O objetivo do encontro é  fortalecer a rede informal de comunicação, aproximar os blogueiros das diversas regiões do país e acentuar o debate político sobre a comunicação de forma a “romper o dique da velha mídia”, como sublinhou Rodrigo Vianna do blog Escrevinhador , assim como promover o compartilhamento das técnicas de produção e modos de financiamento na blogosfera, para que os blogueiros permaneçam progressitas, mas não “duros”, observa Leandro Fortes, do Brasília, Eu Vi.

Representante dos movimentos sociais no encontro, Débora da Silva, do Movimento Mães de Maio, falou sobre sua experiência na blogosfera. A atuação do blog do movimento tem o objetivo de denunciar a retaliação da Polícia Militar do Estado de S. Paulo após os ataques do PCC em 2006, quando foram registrados pelo CREMESP 493 mortes de pessoas por arma de fogo nas favelas e bairros pobres do Estado. A blogosfera foi a oportunidade de divulgar nacionalmente o que é ocultado pela grande mídia, ” encontramos na internet esse aparato , esse mecanismo onde ninguém pode nos barrar”.

“Esse movimento é uma luta monumental contra a ultradireita que saiu do inferno e se apossou da mídia”, diz Luís Nassif que atualmente alimenta o blog Luis Nassif Online. Ele considera a blogosfera  um passaporte para a modernidade, pois coloca os movimentos sociais e manifestações da sociedade civil na mesma plataforma tecnológica dos grandes jornais. “Um espaço onde o inimigo é a intolerância e as divergências são apresentadas de forma civilizada”. O maior reconhecimento desse movimento em sua opinião é a declaração de José Serra contra os “blogs sujos”.

Paulo Henrique Amorim, que além de apresentador do Domingo Espetacular da TV Record, mantém o blog Conversa Afiada, fez a leitura de um post publicado por ele em 12 de agosto que antecipa alguns temas a serem discutidos no Encontro. Ele atualmente responde a processos de Bóris Casoy, Gilmar Mendes e Daniel Dantas,entre outros e se diz adepto da máxima “diga-me quem te processas e te direi quem és”.

Brizola Neto, do blog Tijolaço acompanhou o tratamento que a grande mídia dava a seu avô Leonel Brizola, que segundo ele, era prejudicado até no ângulo das fotos publicadas. “Esse encontro mostra que é possível libertar a comunicação da censura do poder econômico”. Já o sociólogo e cientista político Emir Sader, que mantém um blog na Carta Maior ressaltou a função da blogosfera como espaço público que não está no estado.

Altamiro Borges, do Blog do Miro, foi citado inumeras vezes como a alma do projeto. Ele apoia a realização de encontros regionais anteriores ao 2ª Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas. A idéia é que esses encontros percorram todos os estados da federação e sejam consituídos de oficinas e palestras, de modos que “façam florescer mil flores e flores muito belas” . Será o início de uma batalha importantíssima rumo à democratização da informação. Miro salientou a importância da execução do Plano Nacional de Banda Larga, que ampliará o raio de atuação da blogosfera dentro da sociedade .

Foram entregues no Encontro dois troféus. O Barão de Iatararé, destinado ao blogueiro de maior destaque no ano, foi entregue ao Cloaca News, que até então só era conhecido no mundo virtual. O outro troféu, o “troféu corvo”, sugestão de Emir Sader e desenhado por Gilberto Maringoni, será enviado via correios para a atual presidente para a Associação Nacional dos Jornalistas (ANJ), Judith Brito.

Contribuição ao Encontro de Blogueiros Progressistas

Queremos agregar, num único endereço da web, dezenas de blogs e sites

Começa nesta sexta-feira, 20/8 (com uma roda de chorinho e samba, animada por Luís Nassif) e se estende até domingo, em São Paulo, o I Enconto Nacional de Blogueiros Progressistas. A programação inclui, amanhã, uma sequência de debates conceituais e práticos sobre mídias alternativas; domingo, reuniões em grupo para troca de experiências e uma plenária final. Trabalha-se para que ela aprove uma carta política, que está sendo construída colaborativamente (a versão inicial está aqui).

O encontro é mais um sinal de que, depois de romper o oligopólio da velha mídia, o mundo da comunicação compartilhada quer mudar a estrutura das comunicações no Brasil. A carta das blogueiros afirma a importância de concretizar o Plano Nacional de Banda Larga; de consolidar a internet como espaço igualitário, democrático e livre de controle (afastando iniciativas como o projeto do senador Eduardo Azeredo); de redistribuir as verbas públicas que beneficiam a imprensa (hoje concentradas em um pequeno número de antigas corporações).

Além de estar presente, Outras Palavras prepara-se para lançar um site público de agregação de dezenas de blogs e sites ligados à crítica e transformação social. A ferramenta está sendo preparada nas oficinas teóricas e práticas sobre mídias digitais que o site organiza em São Paulo, por meio do Ponto de Cultura Escola Livre de Comunicação Compartilhada. Será de consulta aberta e poderá ser lincada a partir de qualquer ponto da net.

Alimentada automaticamente, por RSS, a página permitirá localizar centenas de sites e blogs e visualizar, num só endereço, os títulos e primeiras linhas dos últimos textos e posts publicados por cada um. Ao clicar num texto qualquer, o internauta será levado à página original que fez a publicação. A ideia é prestar um serviço tanto ao público quanto aos próprios blogueiros. Eles poderão se informar com muito maior rapidez sobre a produção recíproca e multiplicar iniciativas diretas de colaboração.

Uma versão inicial da ferramenta estará pronta nos próximos dias. Um dos desafios é organizar, em um número não muito grade de páginas, centenas de blogs. Interessados em colaborar com a inovação podem escrever para antonio@outraspalavras.net.

Adeus ao Ning

Outras Palavras prepara uma rede social construída coletivamente, usando software livre e sistema WordPress

Desde 2009, a revista virtual e o blog Outras Palavras mantinham também, em caráter experimental, uma rede social eletrônica, construída em plataforma Ning. Acessível em outraspalavras.ning.com, ela reuniu 195 membros. Será encerrada nas próximas horas e substituída em breve por outra, 100% software livre.

É uma pena deixar o Ning. Potente, cheio de recursos, muito facilmente configurável, ele era utilizado, até há alguns meses, por centenas de milhares de redes sociais. No Brasil, servem-se dela, por exemplo, o Portal Luís Nassif e o Louco por Ti Corinthians, com quase 100 mim membros. Há alguns meses, porém, o Ning anunciou que enfrenta dificuldades financeiras e decidiu, para tentar resolvê-las, cobrar pelo uso da plataforma. Outras Palavras publicou post a respeito.

Numa sociedade em que a vida precisa ser comprada, é natural que qualquer produtor — indivíduo ou empresa — procure vender seus serviços. Mas a forma de proceder do Ning é drástica: nenhum dos planos oferecidos é gratuito; os que atendem a redes mais ou menos numerosas não são baratos. Em nosso caso, deveríamos pagar entre R$ 35 e R$ 80 mensais.

Decidimos não optar por nenhum dos planos oferecidos pela empresa. Preferimos, ao invés disso, iniciar o desenvolvimento de uma rede em sistema WordPress-BuddyPress. Ela será construída em oficinas de trabalho, pelos participantes do seminário “Mídias Livres na era digital”, que Outras Palavras promove em São Paulo (com transmissão direta via internet, todas as quintas-feiras). As oficinas ocorrerão em nossa sede (Rua Augusta, 1239, sala 11), às quartas-feiras, a partir das 18h. O desenvolvedor Ronaldo Richieri oferecerá apoio.

A rede será, provavelmente, desativada pelo Ning. A construção da nova exigirá algum tempo: como publicador de sites e blogs, o WordPress é esplêndido; como ferramenta para redes sociais, ainda precisa ser desenvolvido. Seremos parte do esforço colaborativo necessário para torná-lo excelente.